Crise na Educação: Servidores de Extrema denunciam agressões, perseguição e ameaçam paralisação

​Monitores e motoristas fazerem manifesto em frente à Prefeitura de Extrema por salários e dignidade


​Na tarde desta sexta-feira, monitores e motoristas do transporte escolar realizaram um protesto em frente à Prefeitura de Extrema. A categoria reivindica melhorias salariais, pagamento de insalubridade, plano de carreira e o cumprimento da promessa de valorização feita pela gestão municipal.

​Os profissionais denunciam que estão sem aumento real desde 2018, recebendo apenas reajustes fracionários.O manifesto também expôs problemas graves no cotidiano escolar e no transporte. Os servidores relatam sobrecarga de trabalho devido à falta de profissionais nas escolas e creches, além da redução de horas extras para motoristas e monitores.

​Relatos anônimos apontam um clima de perseguição e humilhações por parte de gestoras, além de casos de agressões sofridas no suporte a alunos com necessidades especiais sem o devido amparo da Secretaria de Educação, o Folha de Extrema recebeu um vídeo no qual um aluno agrediu uma monitora e motoristas dentro do transporte escolar, no último dia 9 de abril.Veja a petição.

 Há também denúncias de privilégios e desvios de função dentro das unidades, onde servidores estariam sendo beneficiados por proximidade com as direções enquanto outros enfrentam jornadas exaustivas.
A classe aguarda um posicionamento imediato do Prefeito. Caso as reivindicações de salário digno, insalubridade e plano de carreira não avancem, os monitores e motosserras ameaçam paralisar as atividades em toda a rede municipal.

​No setor de transporte, as mães de alunos também demonstram preocupação com a rotatividade de monitores nas vans, o que tem prejudicado a comunicação e a segurança das crianças pequenas.


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