O vereador paulistano Senival Moura, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi preso pela Polícia Civil sob a acusação de lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC). O esquema operava por meio da Transunião, concessionária responsável por 50 linhas de ônibus em São Paulo. O petista foi detido em um apartamento de luxo avaliado em até R$ 2,8 milhões no Tatuapé.
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O relatório que embasou a prisão revela que o fluxo de propinas passava por Extrema (MG). Os investigadores interceptaram mensagens detalhando valores que deveriam ser combinados diretamente "com o presidente em Extrema".
A Polícia Civil de São Paulo confirmou que "presidente" é um dos apelidos do vereador do PT e que a cidade mineira abriga um sítio de "elevado padrão" de sua propriedade. Para a investigação, o sítio de alto valor em Extrema reforça as provas de ocultação de patrimônio e a lavagem de dinheiro da facção criminosa.
A defesa de Senival Moura alega que seus imóveis valorizaram por condições normais de mercado, mas o parlamentar segue preso.
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