MPMG investiga denúncia de "prefeitura paralela" e perseguição a servidores em Extrema

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O Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), por meio da Procuradoria de Justiça Especializada em Ações de Competência Originária Criminal, instaurou o Procedimento Investigatório Criminal (PIC) nº 02.16.0251.0376192.2026-66 para apurar denúncias de uma suposta estrutura paralela de comando na Prefeitura de Extrema (MG).  

A investigação iniciou-se após representação anônima protocolada na Ouvidoria do MPMG. O documento indica que Luis Bergamin, pai do Prefeito Fabrício Bergamin, estaria exercendo atribuições exclusivas do Chefe do Executivo Municipal e expedindo ordens diretas a secretários e diretores, mesmo sem possuir cargo público ou vínculo formal com a Administração.

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Para aprofundar as apurações sobre a dinâmica das ordens expedidas no governo, a Promotoria de Justiça expediu carta precatória para ouvir testemunhas-chave, incluindo o Secretário Municipal de Educação e o Diretor Educacional de Extrema. A portaria de instauração do PIC foi assinada pelo Procurador de Justiça Cristovam Joaquim Fernandes Ramos Filho.  

Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Comunicação da Prefeitura de Extrema não comentou o caso até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para a manifestação oficial e a versão dos citados.



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