A investigação iniciou-se após representação anônima protocolada na Ouvidoria do MPMG. O documento indica que Luis Bergamin, pai do Prefeito Fabrício Bergamin, estaria exercendo atribuições exclusivas do Chefe do Executivo Municipal e expedindo ordens diretas a secretários e diretores, mesmo sem possuir cargo público ou vínculo formal com a Administração.
Para aprofundar as apurações sobre a dinâmica das ordens expedidas no governo, a Promotoria de Justiça expediu carta precatória para ouvir testemunhas-chave, incluindo o Secretário Municipal de Educação e o Diretor Educacional de Extrema. A portaria de instauração do PIC foi assinada pelo Procurador de Justiça Cristovam Joaquim Fernandes Ramos Filho.
Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Comunicação da Prefeitura de Extrema não comentou o caso até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para a manifestação oficial e a versão dos citados.