Apenas dois meses após a entrega das obras de pavimentação no Centro, na rua Santa Rita, o que deveria ser motivo de comemoração tornou-se um pesadelo logístico para os moradores. A equipe do Folha de Extrema foi acionada pela comunidade local, que denuncia a péssima qualidade do asfalto utilizado nas vias do loteamento.
Apenas dois meses após a entrega das obras de pavimentação no Centro, na rua Santa Rita, o que deveria ser motivo de comemoração tornou-se um pesadelo logístico para os moradores. A equipe do Folha de Extrema foi acionada pela comunidade local, que denuncia a péssima qualidade do asfalto utilizado nas vias do loteamento.
O cenário é preocupante: a camada asfáltica apresenta diversas infiltrações e pontos de afundamento precoce. O problema é tão grave que estacionar veículos tornou-se uma manobra de risco, especialmente para os motociclistas.
De acordo com os relatos, o asfalto cede sob o peso do descanso das motos (o "pezinho"), fazendo com que o veículo perca o equilíbrio e caia. "É um asfalto de péssima qualidade, parece que foi feito de qualquer jeito. A gente estaciona a moto e, quando volta, ela está quase caindo porque o chão afundou", afirmou um morador que preferiu não se identificar.
Além da indignação com a infraestrutura, a comunidade expressa revolta com a falta de representatividade política. Os moradores afirmam ter procurado alguns vereadores da para levar a queixa adiante e cobrar uma solução junto à prefeitura ou à empresa responsável pela obra.
O que diz a lei
Obras de pavimentação possuem garantia contratual. Nestes casos, cabe ao Executivo Municipal notificar a empreiteira responsável para que o refazimento do trecho seja executado sem custos adicionais aos cofres públicos, visto que o asfalto apresentou vícios de qualidade em menos de 60 dias de uso.
O Folha de Extrema continuará acompanhando o caso e deixa o espaço aberto para que a Secretaria de Obras e vereadores se manifestem sobre o descaso no Santa Rita.
Nota da Redação: Se você tem problemas no seu bairro, denuncie ao Folha. O jornalismo local é a voz da comunidade. 35 9112-3221