IMPACTO NO RODEIO: Nova lei de limitação de gastos públicos em shows pode exigir adequações na Festa do Peão de Extrema

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A aprovação da Lei Estadual nº 26.040 promete impor novos desafios para a organização de grandes eventos em Minas Gerais. A legislação estabelece que shows custeados com verba pública municipal não podem ultrapassar o teto de R$ 500 mil por apresentação — valor que deve cobrir não apenas o cachê do artista, mas também custos de produção, logística, hospedagem e estrutura.

A medida pode impactar diretamente futuras edições de eventos como a 39ª Festa do Peão de Extrema. Valores publicados via inexigibilidade de licitação no Diário Oficial do município mostram contratantes acima do novo limite permitido: o show do DJ Alok foi registrado por R$ 850 mil, o de Natanzinho Lima por R$ 800 mil e o Show do Panda por R$ 503 mil. A grade divulgada para o evento de setembro ainda conta com grandes nomes do circuito nacional, como Gusttavo Lima, Wesley Safadão, Maiara & Maraisa e Simone Mendes.

Diante do novo cenário jurídico, que também exige a publicação antecipada de contratos e a reserva de espaço para artistas locais, a realização de festivais deste porte pode exigir adequações no modelo de financiamento

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