Uma moradora de Extrema faz um forte desabafo sobre as dificuldades enfrentadas para conseguir atendimento na rede pública de saúde do município. Identificada como Patrícia, a paciente aguardava a realização de uma cirurgia no joelho agendada para o dia 25 de fevereiro. No entanto, no dia marcado, o procedimento foi cancelado após uma queda de energia na unidade de saúde, resultando na sua dispensa para um novo reagendamento.
Desde o cancelamento, a espera se prolongou e o quadro de saúde da moradora se agravou. Em uma nova avaliação médica, Patrícia recebeu a notícia de que, devido ao avanço do problema e ao tempo decorrido, ela não poderá mais dançar ou praticar atividades físicas.
Além da limitação funcional, a moradora relata que convive com dores intensas e constantes no joelho, situação que compromete diretamente sua qualidade de vida e rotina diária.
Criticas às prioridades da administração
Diante da falta de uma solução definitiva para o seu caso, Patrícia fez duras críticas à administração municipal de Extrema. A moradora questionou a destinação de grandes volumes de recursos públicos para a realização de festas e eventos na cidade em detrimento de investimentos urgentes na saúde pública.
Para a munícipe, a gestão do município tem falhado ao não priorizar demandas essenciais da população, como o fluxo contínuo de cirurgias, a infraestrutura adequada nos equipamentos de saúde e a redução do tempo de espera por procedimentos cirúrgicos.
