A obra de revitalização da Rua João Mendes, que desde o seu início acumula contestação por parte de empresários e moradores locais, ganhou um novo capítulo de insatisfação em Extrema. Desta vez, o foco dos protestos é a disposição do mobiliário urbano e as alterações no traçado da via.
Lojistas da região demonstram forte preocupação com a instalação dos novos bancos, que foram posicionados de frente para as vitrines e portas dos estabelecimentos comerciais, em vez de voltados para a rua. Segundo os comerciantes, o formato adotado pode favorecer a fixação de moradores de rua e usuários de drogas na entrada das lojas, gerando insegurança e prejuízos ao comércio local.
Gargalo no trânsito central
Outro ponto crítico apontado pelos frequentadores e comerciantes diz respeito aos novos recuos das calçadas. A alteração reduziu a largura da pista de rolamento, gerando o temor de que o estreitamento da avenida piore significativamente o fluxo de veículos no centro da cidade.
Para quem trabalha na região, o afunilamento da via em um dos corredores mais movimentados do município deve intensificar os congestionamentos que já são recorrentes nos horários de pico.
As reclamações reforçam o clima de insatisfação da classe comercial com o planejamento e a execução das obras no centro de Extrema.
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