O acelerado crescimento de Extrema — que recentemente superou a marca de 60 mil habitantes — traz à tona um grave gargalo de infraestrutura. Enquanto a cidade atrai investimentos, o saneamento básico segue em níveis alarmantes, provocando falta de água constante e torneiras secas em diversos bairros da cidade.
Dados do Instituto Água e Saneamento mostram que apenas 58,2% da população local é atendida por rede de abastecimento de água, frente à média de 83,5% do estado e 84,1% do país. Na prática, mais de 24 mil moradores (24.185) vivem sem acesso regular à água encanada.Apesar de contar com plano e fundo municipal de saneamento, a gestão do município peca pela falta de uma política municipal da área, pela ausência de um conselho fiscalizador e por não possuir mapeamento de áreas de risco nem sistemas de alerta para inundações.
Fonte: Instituto Água e Saneamento